terça-feira, 10 de abril de 2018

Pensar contemporâneo...



https://www.pensarcontemporaneo.com/40-frases-de-mafalda-que-vao-te-fazer-rir-e-refletir-sobre-vida/



Quem não é apaixonado pelas aventuras de Mafalda? Quem não adora ler suas tirinhas cheias de diversas e reflexão? Acho difícil encontrar alguém que não goste, não? Afinal, Mafalda é a heroína das histórias em quadrinhos escritas e desenhadas pelo cartunista argentino Quino que por décadas e décadas vem contando e comentando o mundo em suas facetas e nuances. As histórias, apresentando uma menina preocupada com a Humanidade e a paz mundial que se rebela com o estado atual do mundo, apareceram de 1964 a 1973, usufruindo de uma altíssima popularidade na América Latina e Europa.

sábado, 24 de março de 2018

O que conheço do EJA? Quem são? O que buscam?



O que conheço do EJA?  Quem são? O que buscam?

 
Realizei uma disciplina de EJA no curso de Licenciatura Quimíca, mas já faz 10 anos. 
Trabalho no SESI, em outras unidades ofertam o programa de educação de jovens e 
adultos. São pessoas que não tiveram 'sucesso' no ensino regular e que por algum 
motivo abandonaram os estudos. Buscam uma formação, dar continuidade nos estudos
 alguns por entender necessário, outros pela competitividade no mundo do trabalho, 
uns para buscar melhor colocação no mercado e aumento da remuneração financeira.
 E muito poucos por satisfação em completar os estudos.
Minhas expectativas e conhecer e aprender sobre o EJA, buscando ter o olhar sensível
 e acolhedor, pois são alunos que já desistiram do ensino uma vez. 

quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Ubuntu

Indicação para reunião escolar, para reflexão de nossos dias.

Ubuntu é uma ideologia africana, que significa: " “Sou quem sou, porque somos todos nós!"



https://www.youtube.com/watch?v=G7mHl2jUueU

2º tentativa do Video -Método Piagetiano


Perguntei a meu afilhado se ele aceitava gravar um video para me ajudar em uma atividade na escola, ele topou o desafio logo.
  • Quais as dificuldades na aplicação? Foi muito fácil a soma, aumentamos a dificuldade, misturamos as frutas e adicionamos 1 qualidade a mais.
  • O que eu faria diferente? Misturar as frutas e aumentar a classificação.
  • O que deu certo e eu repetiria? Sim.
  • Quais foram as minhas aprendizagens ao aplicar a prova? Perguntei p ele contar e separar as frutas, aplicando o método piagetiano sem influenciar as respostas observando seu raciocínio lógico provocando seu pensamento e visualizando o processo de aprendizagem.
  • Como conheço ele desde bebê, é emocionante ver sua evolução e seu desenvolvimento conforme as fases que estudamos. Refizemos o video, aumentando a dificuldade ele aumentou a concentração e realizou o solicitado.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Primeiros passos...

Acompanhando todas as fases....
Mamãe toda orgulhosa, fica boba com cada conquista do bebe Lucas...1 ano e 2 meses de muito aprendizado, dedicação, amor infinito.

https://youtu.be/w_DK541YgwU

Método Clínico Piaget? Fases do desenvolvimento cognitivo?
Construtivismo? Sim todos os dias é uma descoberta....

Tendências do ensino em 2018 ?



As 10 tendências do ensino em 2018

Conheça as 10 tendências que influenciarão a educação este ano. Incentivar a participação dos alunos é o principal objetivo



Maurenilson
A tecnologia chegou para ficar na educação, mas não é a única tendência que tomará conta das salas de aula. Um currículo mais flexível, que inclua metodologias ativas, para incentivar a participação e o engajamento dos estudantes nas atividades, é o caminho apontado por especialistas para alcançar os objetivos de aprendizagem.
Correio ouviu especialistas, mapeou as 10 principais tendências e explica como elas podem ajudar a fazer a educação dar certo em 2018. Nas próximas páginas do especial, as reportagens aprofundam algumas delas e indicam soluções para tornar o ensino mais atraente.

1. Flexibilização do currículo


A doutora em pedagogia pela faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB) Edileuza Fernandes da Silva aponta a flexibilização do currículo escolar como uma das tendências para a educação. “O intuito é abrir espaço para trabalhar os temas emergentes da sociedade, entre eles, os direitos humanos, a igualdade social, a sustentabilidade, as questões de gênero e a tecnologia”, afirma. Para a pedagoga, os temas destacados fazem parte da vida dos estudantes e precisam ser contemplados pela grade curricular das escolas. Ainda de acordo com Edileuza, existe a possibilidade de o ensino ser adaptado a características individuais. “É preciso repensar o processo didático e diversificar as abordagens de avaliação a fim de atender às necessidades específicas de cada aluno”, defende.

2. Uso coerente da tecnologia


Cada vez mais, o ensino tradicional virá aliado ao uso das novas tecnologias de informação e comunicação. O objetivo é colocar em prática a teoria aprendida em sala de aula. Os estudantes são, por exemplo, estimulados a acessar a internet por meio de celulares, tablets ou notebooks para realizar pesquisas acadêmicas. Com isso, estimula-se o desenvolvimento do pensamento crítico, a capacidade de argumentação e incentiva-se as atividades em grupo. Para essa estratégia se tornar realidade, os professores precisam se capacitar e saber explorar as ferramentas tecnológicas. Também é essencial que as escolas forneçam a infraestrutura necessária.

3. Incentivo à solidariedade


Em 2018, não há mais espaço para preconceitos. A solidariedade deve ser contemplada pelo currículo escolar para ser praticada pelos alunos. A criança e o jovem precisam perceber o contexto em que estão inseridos. O papel das escolas é o de desenvolver metodologias de ensino que contribuam para a formação ética e social dos estudantes. “É necessário que as instituições capacitem os jovens para que eles saibam conviver em harmonia com outras pessoas, aprendam a ser tolerantes”, destaca a doutora em pedagogia Edileuza Fernandes da Silva.

4. Ampliação dos espaços escolares 

A aprendizagem deve transpor as barreiras da sala de aula. Ela pode continuar a ocorrer em espaços escolares convencionais, mas também toma conta de lugares não convencionais, como pátios, corredores, jardins, quadras de esportes, salas de cinema e laboratórios. Especialistas em pedagogia e em educação afirmam que, para tornar o ambiente de ensino mais dinâmico e favorecer atividades em grupo e debate, é necessário reorganizar a turma em rodas de conversa  ou em outros formatos que fujam das tradicionais carteiras enfileiradas.

5. Exercício de diálogo e de escuta


“É preciso praticar um diálogo em que as pessoas saibam se expressar, e que também percebam a necessidade de escutar diferentes pontos de vista sobre um mesmo assunto”, defende Patricia Mota Guedes, gerente de pesquisas e desenvolvimento da Fundação Itaú Social. Para ela, o ensino e a aprendizagem não devem ocorrer de maneira individual, mas, sim, em conjunto com a turma. “Diferentemente de um formato tradicional de debate — que quem ganha é quem fala mais e tem melhor capacidade de argumentação —, é necessário ter um aproveitamento da atividade, no caso, estimular os alunos a refletirem sobre o tema proposto”, afirma a especialista.

6. Qualidade na saúde física e psicológica


A saúde física e mental dos alunos é fundamental para garantir o aprendizado. Para Patricia Mota Guedes, o Estado precisa participar desse quesito. “A criação de programas governamentais teria como público-alvo as crianças e adolescentes de baixa renda e que fazem parte de um contexto social violento. São jovens que vivem sob estresse e moram em lugares perigosos”, argumenta Patrícia, que alerta ainda para o impacto negativo que esse contexto social pode causar no desempenho escolar. “É uma tendência importante para o desenvolvimento e o bem-estar do sujeito”, completa.

7. A vez dos games


A gamificação é outra tendência para a educação nos próximos anos. Segundo Alexandre Barbosa, gerente do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic), por meio de jogos de tabuleiros, cartas ou de games, é possível avaliar as principais habilidades dos alunos, pois o feedback é instantâneo. “É cultural no Brasil proibir o uso da tecnologia em sala de aula, o que é um erro. Os estudantes podem usar as ferramentas tecnológicas para aumentar os conhecimentos deles”, afirma.    
       

8. Power pupils em ação


Os power pupils, estudantes empoderados e agentes de transformação, são crianças e jovens que estão tomando conta das salas de aula. A diretora do Instituto Inspirare, Anna Penido, afirma que é necessário aproveitar a potencialidade desses alunos. “Os docentes precisam ter um olhar sensível para esses estudantes e não criar apenas máquinas de ‘jovens brilhantes’, mas, sim, aproveitar ao máximo a potência de cada aluno. É necessário criar metodologias que canalizem o empoderamento dessas pessoas”, alerta a especialista em inovações em educação.

9. Metodologias ativas


Estratégias que incentivem a participação dos estudantes também são tendência na educação. Um exemplo são as aulas invertidas, nas quais os alunos já vêm para a sala de aula com um conhecimento prévio sobre o assunto a ser abordado. “Os professores lançam perguntas e os estudantes precisam assistir a vídeos, ler textos em casa, previamente preparados ou selecionados pelos professores. Nesse caso, a aula se torna um momento de tirar dúvidas, fazer descobertas e trocar informações”, afirma o doutor em ciências da educação Júlio Furtado. O especialista ainda ressalta outra metodologia que tem ganhado destaque nas escolas, a baseada em projetos. A proposta é levar para a sala de aula problemas e desafios e oferecer meios para que eles sejam resolvidos. Furtado comenta ainda sobre a metodologia colaborativa, em que os estudantes são motivados a debater e a trocar informações. 

10. Empreendedorismo 


Incentivar o empreendedorismo nas escolas vai além de formar futuros empresários, significa desenvolver habilidades como criatividade, autonomia, responsabilidade, além da capacidade de resolver problemas e de inovar. “São características e competências que serão muito úteis ao longo da trajetória escolar e acadêmica, bem como para o ingresso no mundo profissional. Trabalhando-as desde criança, você consegue fomentar essas habilidades”, observa o mestre em administração Gilberto Porto. Ele explica que, no ensino de empreendedorismo, os alunos são motivados a buscar soluções para problemas do dia a dia, a desenvolver projetos e, até mesmo, criar produtos

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Descrição da Tarefa sobre Estádios do Desenvolvimento Cognitivo

Tenho um bebê de 1ano e 2 meses, então observo diariamente a fase sensório motor. Mamãe fica boba com cada conquista do Lucas que está começando a caminhar, conhecendo seus movimentos e equilíbrio.


ESTÁDIOS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

      Quadro, identificando as características, conforme os estádios do desenvolvimento cognitivo: sensório motor; pré-operatório; operatório concreto; operatório formal.

SENSÓRIO MOTOR
PRÉ- OPERATÓRIO
OPERATÓRIO  CONCRETO
OPERATÓRIO  FORMAL
EM MÉDIA 0 AOS 24 MESES

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA DE 2 A 7-8 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA DE 7-8 A 11-12 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA 11-12 A 13 OU 14 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)

Período marcado pela ação sobre a realidade, sem representação da mesma



Início da capacidade de representação da realidade

Capacidade para realizar operações a nível mental, porém, relativas ao mundo concreto.

“É o nível da coordenação de conjunto das perspectivas igualmente. É o nível que marca os sistemas mais amplos sobre o plano concreto.”( PIAGET, p. 240)

Pensamento probabilístico


[...] vemos aparecer neste ultimo nível, é a lógica das proposições, a capacidade de raciocinar sobre enunciados, sobre hipóteses.(PIAGET, p. 240)

Egocentrismo


(sua percepção como centro. Só entende a relação numa direção (em relação a ela))

Antropomorfismo

O aparecimento da
Função simbólica sob suas diferentes formas: [...] (PIAGET, p. 239)

Capacidade para fazer classificações e seriações

(no plano lógico, “agrupamentos”)

Raciocínio sistemático, com controle de variáveis

Não conservação do objeto, ou seja, o objeto deixa de existir quando sai do campo visual

“Começo de coordenação dos espaços qualitativos até então heterogêneos, mas sem busca dos objetos [...] (PIAGET, 237)

Raciocínio transdutivo

Surge a noção de número

Pensamento proporcional

Inteligência prática

(através das ações)

Pensamento irreversível

Surge a reversibilidade do pensamento

Capacidade de jogar jogos de regras

Anomia

(ausência de leis e regras, impossibilidade de nomear ou recordar os nomes dos objetos)

Artificialismo

Surge a conservação das propriedades físicas do objeto, como quantidade, peso e volume

(Começa sucessivamente a compreender a conservação das quantidades, do peso e do volume,...)

Descentração do pensamento

Pensamento mágico

(egocêntrico, intuitivo)

Capacidade de jogar jogos de regras

Análise combinatória

Pensamento intuitivo

Descentração do pensamento

Autonomia moral

Egocentrismo

Autonomia moral


Capacidade para pensar em termos hipotéticos

(pensamento hipotético-dedutivo o ser humano passa a criar hipóteses para tentar explicar e sanar problemas)

Centração do pensamento

(apenas um aspecto de determinada situação é considerado)

Pensamento centrado na percepção

Animismo  

Realismo