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quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

2º tentativa do Video -Método Piagetiano


Perguntei a meu afilhado se ele aceitava gravar um video para me ajudar em uma atividade na escola, ele topou o desafio logo.
  • Quais as dificuldades na aplicação? Foi muito fácil a soma, aumentamos a dificuldade, misturamos as frutas e adicionamos 1 qualidade a mais.
  • O que eu faria diferente? Misturar as frutas e aumentar a classificação.
  • O que deu certo e eu repetiria? Sim.
  • Quais foram as minhas aprendizagens ao aplicar a prova? Perguntei p ele contar e separar as frutas, aplicando o método piagetiano sem influenciar as respostas observando seu raciocínio lógico provocando seu pensamento e visualizando o processo de aprendizagem.
  • Como conheço ele desde bebê, é emocionante ver sua evolução e seu desenvolvimento conforme as fases que estudamos. Refizemos o video, aumentando a dificuldade ele aumentou a concentração e realizou o solicitado.

quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Primeiros passos...

Acompanhando todas as fases....
Mamãe toda orgulhosa, fica boba com cada conquista do bebe Lucas...1 ano e 2 meses de muito aprendizado, dedicação, amor infinito.

https://youtu.be/w_DK541YgwU

Método Clínico Piaget? Fases do desenvolvimento cognitivo?
Construtivismo? Sim todos os dias é uma descoberta....

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Descrição da Tarefa sobre Estádios do Desenvolvimento Cognitivo

Tenho um bebê de 1ano e 2 meses, então observo diariamente a fase sensório motor. Mamãe fica boba com cada conquista do Lucas que está começando a caminhar, conhecendo seus movimentos e equilíbrio.


ESTÁDIOS DO DESENVOLVIMENTO COGNITIVO

      Quadro, identificando as características, conforme os estádios do desenvolvimento cognitivo: sensório motor; pré-operatório; operatório concreto; operatório formal.

SENSÓRIO MOTOR
PRÉ- OPERATÓRIO
OPERATÓRIO  CONCRETO
OPERATÓRIO  FORMAL
EM MÉDIA 0 AOS 24 MESES

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA DE 2 A 7-8 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA DE 7-8 A 11-12 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)
EM MÉDIA 11-12 A 13 OU 14 ANOS

(a idade não é garantia de ter atingido um período ou outro)

Período marcado pela ação sobre a realidade, sem representação da mesma



Início da capacidade de representação da realidade

Capacidade para realizar operações a nível mental, porém, relativas ao mundo concreto.

“É o nível da coordenação de conjunto das perspectivas igualmente. É o nível que marca os sistemas mais amplos sobre o plano concreto.”( PIAGET, p. 240)

Pensamento probabilístico


[...] vemos aparecer neste ultimo nível, é a lógica das proposições, a capacidade de raciocinar sobre enunciados, sobre hipóteses.(PIAGET, p. 240)

Egocentrismo


(sua percepção como centro. Só entende a relação numa direção (em relação a ela))

Antropomorfismo

O aparecimento da
Função simbólica sob suas diferentes formas: [...] (PIAGET, p. 239)

Capacidade para fazer classificações e seriações

(no plano lógico, “agrupamentos”)

Raciocínio sistemático, com controle de variáveis

Não conservação do objeto, ou seja, o objeto deixa de existir quando sai do campo visual

“Começo de coordenação dos espaços qualitativos até então heterogêneos, mas sem busca dos objetos [...] (PIAGET, 237)

Raciocínio transdutivo

Surge a noção de número

Pensamento proporcional

Inteligência prática

(através das ações)

Pensamento irreversível

Surge a reversibilidade do pensamento

Capacidade de jogar jogos de regras

Anomia

(ausência de leis e regras, impossibilidade de nomear ou recordar os nomes dos objetos)

Artificialismo

Surge a conservação das propriedades físicas do objeto, como quantidade, peso e volume

(Começa sucessivamente a compreender a conservação das quantidades, do peso e do volume,...)

Descentração do pensamento

Pensamento mágico

(egocêntrico, intuitivo)

Capacidade de jogar jogos de regras

Análise combinatória

Pensamento intuitivo

Descentração do pensamento

Autonomia moral

Egocentrismo

Autonomia moral


Capacidade para pensar em termos hipotéticos

(pensamento hipotético-dedutivo o ser humano passa a criar hipóteses para tentar explicar e sanar problemas)

Centração do pensamento

(apenas um aspecto de determinada situação é considerado)

Pensamento centrado na percepção

Animismo  

Realismo

Tania B. I. Marques, Lino de Macedo teorias de Jean Piaget e Paulo Freire



Texto aborda sobre o tema a  Epistemologia genética" de Tania B. I. Marques, inicia explicando os termos epistemologia é teoria da ciência ou o estudo do conhecimento científico. Genética na área da biologia e na origem do conhecimento genético. Traz um a experiência e pesquisa do Piaget quando jovem na área de avaliação do conhecimento das crianças, com alegações muito parecidas entre o grupo de pesquisa que serviu de base para constituição seu método clinico.
Apresentou alguns conceitos importantes como a Abstração empírica/abstração reflexionante, Assimilação/acomodação/adaptação, equilibração, Estrutura e Esquema, Inteligência. Para Piaget, a gênese das estruturas de aprendizagem, é esclarecida pela construção, surgindo o construtivismo mediante influência mútua extrema entre sujeito e objeto. Abordando os estágios do desenvolvimento, assunto qual contribui no glossário e também aparece no texto DESENVOLVIMENTO E APRENDIZAGEM de Jean Piaget, e também fala sobre sua experiência do estudo na ampliação do conhecimento das estruturas cognitivas. Exemplificando as formas parecidas de pensar das crianças. Apresentando a conclusão do seu estudo, que a aprendizagem é provável simplesmente quando existe uma assimilação ativa.
Para Piaget (1976, p. 37), a construção de estruturas cognitivas só é possível por meio da ação, transformação e estabelecimento de relações, pois, “conhecer um objeto é agir sobre ele e transformá-lo, apreendendo os mecanismos dessa transformação, vinculados com as ações transformadoras. Conhecer é, pois, assimilar o real às estruturas de transformações”.
O escrito de Lino de Macedo, é a respeito do construtivismo e sua função educacional, contrastando com uma visão não-construtivista. Trazendo a reflexão das mudanças e transformações na família de hoje, com o trabalho e as demandas da casa o tempo é curto para dar atenção para os filhos, que a violência e tamanha que não temos mais contato nem com o vizinho, que os conflitos entre colegas e familiares é corriqueiro, e nos afastam das pessoas. E possuímos uma tecnologia que facilita nosso di-a-dia, e nos distancia de uma perspectiva construtivista. Permite-nos pensar na escola mais construtivista e de forma está a postura do professor? De como se trabalha com os materiais de ensino? E como os alunos de hoje são protagonistas e ativos em sala de aula, questionadores e não ficam satisfeitos com qualquer resposta. Eu amei este texto, vai de encontro com tudo aquilo que acredito, planejar uma aula alternativa com inovação e qualidade, que instigue o aluno a pesquisar e construir seu conhecimento.
Achei muito interessante o vídeo que realiza uma comparação do que representa um auditório e o que é um laboratório. Becker nos descreve que as escolas em nosso pais, o Brasil, embora não enxergamos são auditórios, local que os indivíduos chegam, sentam, ouvem e deste ou daquele modo vão adquirindo conhecimento. 
Também aborda as teorias de Jean Piaget e Paulo Freire, expressando que as escolas necessitam ser laboratórios, com períodos de experiências e o educando constituindo-se ativo, deste modo aprenderá algo a partir da construção de seu conhecimento, seja por ações ou por pensamentos

Com estas comparações necessitamos refletir em nossas práticas em sala de aula buscando se reinventar e renovar a cada dia, buscando alunos protagonista e ativos.

Analisando frase psicológicas e epistemológicas



Análise das frases


Analisando as frases seguintes, busco identificar as concepções pedagógicas, psicológicas e epistemológicas que elas aparecem:

 1. Professor Ensino Médio: “[A inteligência] nasce com o homem, eu acho. Ela pode ser desenvolvida, mas ela não pode ser, digamos, adquirida. [...]. Acho que ela nasce, uns com mais, outros com menos; ela pode ser desenvolvida, mas acho que ela já vem, acho que a gente já vem com isso”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
R: Entendo que equivale o modelo de epistemologia apriorista, visto que o homem já atém o conhecimento, é uma pedagogia não diretiva e parte de uma percepção psicológica onde o estímulo não tem interferência sobre o aluno, ou seja, R→E.

 2. Professora de quarta série do ensino fundamental: “Eu acho que são todos esses estímulos, isso que o professor faz, de mostrar as coisas [...]. Porque, por exemplo, se ela nunca sentiu o cheiro de uma maçã tu não vai conseguir ter dentro de ti a noção do cheiro da maçã, então alguém vai ter que mostrar para ti ou fazer tu sentir o cheirinho da maçã, aí é que tu vai ter isso construído [sic] dentro de ti. Então, eu acho que é isso que nós fazemos; nós mais ou menos mostramos a “maçã”, digamos, assim”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
R: Entendo que equivale o modelo de epistemologia empirista, consistir em estímulo que interfere na resposta, logo é o modelo de uma pedagogia diretiva, com um olhar psicológica percebo que é preciso existir estímulo para que aconteça um retorno, então R←E.

 3 Professor de Ensino Fundamental e Médio: “O professor é transmissor de conhecimento. [...] mas o conhecimento, a experiência, isso não se transmite [...]. Para a escola se tornar realmente um lugar onde se aprenda matemática, tem que passar por uma grande reformulação que vai desde proporcionar as experiências básicas fundamentais... o aluno tem que ter aquele momento da vida dele para vivenciar isso, a escola teria que ser um ambiente de experimentação, praticamente um laboratório o tempo todo.” (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
R: Entendo como pedagogia relacional, em que o aluno aprenderá alguma coisa com a construção do conhecimento acontece de modo construtivista, assim, aluno e professor estabelecem uma relação recíproca no método de aprendizagem. Psicologicamente é R←→E.

 4. Professora de Ensino Fundamental: “Quando tu abraças uma árvore, tens a noção perfeita do que será futuramente um cilindro, aquele tronco, [noção] do que seja uma circunferência; [...] a árvore serrada te dá o contorno de uma esfera... Creio que a criança pode ter muita facilidade para a matemática quando ela tem experiências desse tipo”. (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)
R: Entendo como construtivista, logo, aluno e professor estabelecem uma relação recíproca no método de aprendizagem. Psicologicamente é R←→E.

5. “Isso aí [conhecimento matemático] tem um pouco de tudo, é uma arte, é principalmente talento da pessoa de [...] conectar um fato com outro e descobrir: ‘Bah, mas esses dois somados dão essa consequência aqui’. [...] isso é muito difícil ensinar. Poucas pessoas realmente conseguem. A minha opinião sobre isso, é que tu consegues ensinar se a pessoa tem talento. [...] E querer formar muitos matemáticos de boa qualidade, simplesmente achando que a questão é ensinar para muitas pessoas matemática, não é uma boa política realmente não dá, não adianta muito.” (BECKER, F. Epistemologia do professor de matemática. Ed. Vozes)

R: Entendo que faz parte de uma pedagogia não diretiva, em que analiso visivelmente na frase, porque a mesma manifestada a obrigação de o aluno já ter antecipadamente uma competência e habilidade, em que o apriorismo se percebe no modelo epistemológico. Em psicologia identifico como sendo R→E.

Ref.
Becker, Fernando.

      Educação e construção do conhecimento/Fernando Becker.-2.ed.-Porto          Alegre:Penso,2012 - 200p.;23cm.

domingo, 7 de janeiro de 2018

Educaçao e Inclusão, cadeirante banhando-se no mar ??? Simmm

Não resisti, vou ter que comentar a estrutura e assistência que visualizei na praia da Pinheira SC.
Logo me lembrei do nosso PEAD, pois neste semestre estudamos, refletimos e aprendemos um pouco mais na integração das disciplinas de psicologia, filosofia, educação especial e seminário Integrador.
A cena foi linda, pois a praia tem acesso a cadeirante e as guaritas dos salva-vidas estão equipadas com cadeiras adaptadas para entrar no mar para permitir acesso de pessoas com necessidades especiais!! Eu  não deixo de acreditar que o 🌎 pode ser melhor é que as pessoas podem ter este olhar de respeito e ❤ com o próximo!!


segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Deficiência contraditória


Deficiência contraditória?



A expressão “portadores de necessidades especiais”, que evidentemente está muito longe de expressar as características de determinados e minoritários grupos de seres humanos, formados por pessoas cegas, surdas, com mobilidade reduzida etc., evoluiu para a, atualmente, consagrada expressão “pessoas com deficiência”, depois de ter passado por “portadores de deficiências” e “pessoas com necessidades especiais”.
No passo a passo da superação de cada expressão, viu-se inicialmente que as características pretensamente representadas não eram “portadas” pelas pessoas, como elementos estranhos aos seus corpos ou mentes, mas sim inerentes a elas. Mas continuamos com as “necessidades especiais”.
Esta última expressão equivocada caiu com o entendimento de que as diferentes necessidades eram apenas específicas a cada condição humana, sem caráter especial. Com isso, os cegos, surdos, cadeirantes etc. deixaram de ser “especiais” ou de ter necessidades igualmente “especiais”.
A essa altura, percebe-se a importância de uma nomenclatura correta, que expresse as reais condições e características de tais grupos de seres humanos. E, mais do que apenas expressar corretamente, que a nomenclatura se livre de conotações preconceituosas, discriminatórias ou segregadoras.
Mas, sem “portadores” e sem “necessidades especiais”, chegamos a uma definição clara, precisa, sem deixar margem para questionamentos? Com a consagração da expressão “pessoas com deficiência” simplesmente, chegamos ao fim do processo?
Ora, se chegamos ao fim de um processo, este foi de síntese do preconceito e segregação, pois com a adoção de tal expressão o que realmente fazemos é, com clareza e precisão, colocar as diferentes pessoas, com diferentes características, no mesmo balaio da deficiência, estigmatizando-as, colocando-as, em última análise, no gueto da deficiência.
Afinal, se dizemos que a deficiência não está na pessoa, mas no mundo em que ela vive, como podemos, contraditoriamente, chamar esta pessoa de deficiente? Este é o nó da questão, mas é um nó fácil de desatar. Basta denominar cada ser humano de acordo com seu atributo, o que nos dá pessoas cegas, surdas, com síndrome de Down, amputadas etc., deixando para trás o gueto da deficiência.
Embora não precisemos jogar pedras nas expressões antigas, já que surgiram no bojo de um movimento de emancipação e, portanto, até se justificam por promoverem a união em torno de objetivos comuns, atualmente não faz mais sentido alimentarmos a contradição contida na expressão atualmente usada, já que também está consagrada a ideia de que a deficiência está no mundo despreparado para acolher a ampla diversidade humana.
O que se coloca como objetivo comum, hoje em dia, não é mais o atendimento a determinados e minoritários grupos de seres humanos, formados por pessoas cegas, surdas, com mobilidade reduzida etc., mas sim o atendimento a amplas necessidades humanas, sem exclusão de nenhum grupo, promovendo a inclusão de todos no mundo em que vivemos.
Andrei Bastos é jornalista, amputado, e integra o Fórum Nacional de Educação Inclusiva.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Educação inclusiva: para todos ou para cada um? Alguns paradoxos (in)convenientes

Educação inclusiva: para todos ou para cada um? Alguns paradoxos (in)convenientes

Concorrendo ao 59º Prêmio Jabuti na área de educação, o livro de Kelly Cristina Brandão da Silva é um ousado empreendimento, fruto de de sua tese de doutoramento na USP, que enfrenta os dilemas da educação inclusiva e encara as vicissitudes e contradições na implementação das políticas a partir da análise discursiva e metodológica empregadas no âmbito da gestão e práticas educacionais.
A questão que incide no espaço escolar de forma contundente na atualidade concerne ao fato da Educação cada vez mais prescindir da dimensão artística e privilegiar a dimensão técnica. A exacerbação do tecnicismo significa o predomínio do caráter replicável e serial, oriundo da fabricação de objetos, em uma tarefa eminentemente humana, a educação. Considerá-la como arte, e não meramente como técnica a ser aplicada (e replicada), exige que a mão do oleiro deixe marcas na argila, o que requer uma mudança subjetiva – tanto do professor quanto do aluno – a partir de uma experiência em conjunto. Isso não ocorre na massa, dada sua dimensão artesanal. Menos ainda quando se trata do chamado aluno especial, o qual não se dilui no todo.

segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Dia da consciência Negra!


Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.


Dia Nacional da Consciência Negra é celebrado, no Brasil, em 20 de novembro. Foi criado em 2003 como efeméride incluída no calendário escolar — até ser oficialmente instituído em âmbito nacional mediante a lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011, sendo feriado em cerca de mil cidades em todo o país e nos estados de AlagoasAmazonasAmapáMato Grosso e Rio de Janeiro através de decretos estaduais.[1] Em estados que não aderiram à lei a responsabilidade é de cada câmara de vereadores, que decide se haverá o feriado no município.
A ocasião é dedicada à reflexão sobre a inserção do negro na sociedade brasileira.[2] A data foi escolhida por coincidir com o dia atribuído à morte de Zumbi dos Palmares, em 1695


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Aprendizagem





Aprendizagem por projeto :

1 –Parte do interesse, da curiosidade dos alunos.
2 – Considera o conhecimento prévio da realidade vivida pelo aluno sobre o tema.
3 – Apropriação do conhecimento específico.
4 – O aluno constrói o conhecimento.
5– Dúvidas partem dos alunos.
6 – Aluno interessado a buscar a resposta.
7 – Motivação intrínseca do aluno.
8 – Aluno se sente desafiado.
9 – Tema e assunto têm significado para o aluno.
10 – Elaborado pelo grupo, consenso de alunos e professores.
 
 
 
Nosso PPP os pressupostos de ensino e de aprendizagem serão assegurados pelos seguintes princípios norteadores:

Aprender a aprender. Aprender a fazer. Aprender a conviver. Aprender a ser.
 
 
Acredito na aprendizagem significativa, contextualizada e investigativa a proposta de Educação Infantil baseia-se no referencial curricular nacional (RCN/MEC), dando ênfase ao Educar, Cuidar, Brincar e Interagir.
Promovendo situações de aprendizagem que possibilitem as crianças a brincar
, para que explorem as suas capacidades de expressão, pensamento, interação e diálogos.



Proporcionando situações de aprendizagem em que a criança
vivencie o compromisso com o outro. E situações de aprendizagem que possibilitem as crianças experienciarem cuidados com o meio ambiente e preservação da vida.
 



COLL, C. As contribuições da Psicologia para a Educação: Teoria Genética e Aprendizagem Escolar. In LEITE, L.B. (Org.) Piaget e a Escola de Genebra. São Paulo: Editora Cortez,1992. p. 164-197.