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sexta-feira, 30 de junho de 2017

Mapa conceitual Projeto Aprendizagem

Os alunos realizaram a construção do mapa conceitual. 
 Além dos eixos estruturadores temos como foco o trabalho em equipe, construção de regras, identidade e autonomia, saúde pessoal, postura cooperativa, interação com o outro, experiências rítmicas e expressivas, conhecimento de mundo e do próprio corpo, criatividade, liderança, respeito, ética e responsabilidade social.
Para que isso ocorra, é fundamental a mediação do educador que, interagindo com as crianças, planeja e propicia a ação educativa, com a utilização de sua criatividade e a criatividade das crianças. ( Baehr; Guerra Filho,2004)

sexta-feira, 23 de junho de 2017

Constituindo uma gestão democrática? Conselho Escolar?


INSTÂNCIAS COLEGIADAS: ESPAÇOS DE PARTICIPAÇÃO NA GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA PÚBLICA.

É preciso que os pais e responsáveis participem das decisões nas escolas públicas, até mesmo podem participar do conselho escolar. Constituindo uma gestão democrática.
Segundo Dalmo Dallari (1998, p.14): A cidadania expressa um conjunto de direitos que dá à pessoa a possibilidade de participar da vida e do governo de seu povo. Quem não tem cidadania está marginalizado ou excluído da vida social e da tomada de decisões, ficando numa posição de inferioridade dentro do próprio grupo social.
A democracia depende da educação para fortificar-se e consolidar-se, a educação necessita da democracia para seu completo desenvolvimento, pois a educação é uma semelhança entre pessoas livres em graus desiguais de amadurecimento humano. Considerando a importância de democracia e cidadania e observando um paralelo com as experiências e vivencias na escola, verificamos que seu essencial exercício ainda é um conceito em construção na nossa sociedade.
Saviani (1999, p.54) ressalta que: A relação entre educação e democracia se caracteriza pela dependência e influência recíprocas.
Na lei de diretrizes e bases de 96, o conselho escolar é um órgão privilegiado com finalidade de atuar na gestão da escola, indicando melhoria de qualidade da educação pública, sendo composto pelos representantes eleitos de toda a comunidade escolar, pois alunos, pais e funcionários escolhem dois representantes cada tendo formação de 50% da comunidade externa e 50% de pessoas que trabalham na escola. Organizados em grupos de seguimento, sendo 1 titular e 1 suplente, acercar-se conselheiros de acordo com número de alunos atendidos com uma separação igualitária de poder dentro do conselho escolar.
A gestão democrática da educação foi legitimada com a promulgação da Constituição de 1988, conhecida como “Constituição Cidadã”, e pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 1996, cujo artigo 14 contém as seguintes determinações:
Art. 14 – Os sistemas de ensino definirão as normas de gestão democrática do ensino público na Educação Básica, de acordo com suas peculiaridades e conforme os seguintes princípios: 7 I. participação dos profissionais da educação na elaboração do projeto político-pedagógico da escola; II. Participação das comunidades escolar e local em conselhos escolares e equivalentes.
Como ao projeto Político-Pedagógico, para que se possa falar em escola cidadania, autonomia e participativa, este deve ser estabelecido com todos da comunidade escolar. Neste caso, a gestão democrática é responsável pela administração, preparação e acompanhamento do projeto de educação, o qual, assim, deve ser baseado em um exemplar de homem e de sociedade.
Conforme o texto instâncias colegiadas: espaços de participação na gestão democrática da escola pública do moodle:
O referido Projeto Político – Pedagógico elenca alguns elementos essenciais à prática da gestão democrática:
Autonomia – luta para resgatar o papel e o lugar da escola como eixo do processo educativo autônomo, não sendo a escola uma mera reprodutora de ordens e decisões elaboradas fora de seu contexto. Participação: a participação é condição para a gestão democrática: uma não existe sem a outra. Participar significa todos contribuírem, com igualdade de 9 oportunidades, para algo que pertence a todos: a escola pública.
A participação não diz respeito apenas à comunidade interna, mas também à comunidade externa à qual a escola serve.
Clima organizacional: determina a vontade dos membros de participar ou alienar-se do processo educativo. Isso depende muito das relações que se estabelecem no interior das escolas. Para que haja a participação, é fundamental que os objetivos das ações estejam sempre muito claros, que as pessoas sejam situadas como sujeitos, pois apenas sujeitos são cidadãos capazes de se comprometer e participar com autonomia. Alguns dos espaços que favorecem a participação coletiva são as instâncias colegiadas, que, a partir da década de 80, passaram a ser priorizadas no discurso sobre gestão democrática.
 Com o foco fundamental e principal de poder contribuir com a melhoria da qualidade da educação, possuindo as funções deliberativa, fiscalizadora, consultiva, mobilizadora e pedagógica.
A participação do conselho deve se dar de forma autônoma, espontânea e consciente.
Segundo Werle (2003, p.60): [...] não existe um Conselho no vazio, ele é o que a comunidade escolar estabelecer, construir e operacionalizar. Cada conselho tem a face das relações que nele se estabelecem. Se forem relações de responsabilidade, de respeito, de construção, então, é assim que vão se constituir as funções deliberativas, consultivas e fiscalizadoras. Ao contrário, se forem relações distanciadas, burocráticas, permeadas de argumentos, tais como: ” já terminou meu horário”, “ este é meu terceiro turno de trabalho”, “vamos terminar logo com isto”, “não tenho nada a ver com isto”, com que legitimidade o conselho vai deliberar ou fiscalizar?
Consultiva, quando o conselho emite uma opinião, sobre determinado assunto da escola.
Deliberativa, é semelhante a consultiva, porém possui efetividade de implementação após debate.
Mobilizadora, oportuniza mobilizar seus seguimentos, que envolve os diversos assuntos da escola.
Fiscalizadora, refere-se a fiscalizar e acompanhar a gestão pedagógica, administrativa e financeira e na função avaliativa o conselho escolar deve acompanhar os resultados alcançados pela escola, nos processos internos e externos (MEC) objetivando identificar os problemas e debater sobre ações a ser tomada para melhoria dos resultados.
Os pais e responsáveis devem saber quem os representa no conselho para que possam seguir os debates e discussões que são realizadas nas reuniões, e a cada dois anos podem ser trocados os conselheiros e algum integrante da comunidade escolar pode candidatar-se.
Há um documento oficial que rege e normatiza a ação do conselho, dos mandatos e a configuração de como deve ser feito o processo de escolha de seus membros, descentralizando as decisões no ambiente escolar.

Referencias





quarta-feira, 21 de junho de 2017

Dia Machado de Assis



Livros e flores

Teus olhos são meus livros.
Que livro há aí melhor,
Em que melhor se leia
A página do amor?
Flores me são teus lábios.
Onde há mais bela flor,
Em que melhor se beba
O bálsamo do amor?

Machado de Assis


 

sexta-feira, 2 de junho de 2017

Organização escolar numa perspectiva democrática



Quais são os elementos fundamentais à gestão democrática escolar? Estes elementos estão presentes no cotidiano na escola em que você trabalha? 


A Resolução do Conselho Nacional de Educação nº1, de 07 de abril de 1999, determina orientações para elaboração da proposta pedagógica a ser adotada pelas instituições de Educação Infantil, seguindo os princípios: Éticos da autonomia, da Responsabilidade, da Solidariedade e do Respeito ao Bem Comum; Políticos dos Direitos e Deveres de Cidadania, do Exercício da Criticidade e do Respeito à Ordem Democrática; Estéticos da Sensibilidade, da Criatividade, da Ludicidade e da Diversidade de Manifestações Artísticas e Culturais. Nesse sentido, percebe-se que o Projeto Político Pedagógico está relacionado com a organização do trabalho desenvolvido na escola, tendo como base os princípios educativos sinalizados pelo Conselho Nacional de Educação.

Assim, as crianças descobrem a possibilidade de se desenvolver e de se apropriar das conquistas, desenvolvendo sua autonomia. Com as diferentes situações de aprendizagem, as crianças aprendem a expressar suas ideias, sentimentos, necessidades e desejos, avançando no processo de construção de significados (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997).

Os elementos encontram-se com a passagem da heteronomia para a autonomia, pressupõe recursos internos (afetivos e cognitivos) e externos (sociais e culturais). Para que as crianças possam aprender a gerenciar suas ações e julgamentos conforme princípios outros que não o da simples obediência, e para que possam ter noção da importância da reciprocidade e da cooperação numa sociedade que se propõe a atender o bem comum, é preciso que exercitem o autogoverno, usufruindo de gradativa independência para agir, tendo condições de escolher e tomar decisões, participando do estabelecimento de regras e sanções (os combinados).
Dessa forma, brincando, a criança conhece e explora as manifestações culturais, além de expressar emoções e pensamentos, aprendendo, assim, a respeitar e valorizar a diversidade (Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997). Acredita-se que o envolvimento das crianças com ações pedagógicas permitem o desenvolvimento de uma imagem positiva de si, descobrindo e conhecendo seu próprio corpo com possibilidades e limitações.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

QUADRO 1 – CONCEITOS ESTRUTURANTES

CONCEITOS ESTRUTURANTES ?

Registrem seus conhecimentos escrevendo o que sabem sobre cada um dos conceitos no quadro a seguir.



CONCEITOS BÁSICOS
O QUE EU SEI?
DEMOCRACIA

Participação de cidadãos
ESTADO:

Orgão –estrutura política
GLOBALIZAÇÃO
O mundo informado e informatizado- favorecendo a comunicação
PARTICIPAÇÃO:

Envolver-se com determinado assunto
NEOLIBERALISMO
Liberdade de mercado- pouca participação do estado
POLÍTICA
Organização para empresa ou país
POLÍTICAS EDUCACIONAIS
Noteia educação-leis e processos escolares
POLÍTICAS PÚBLICAS

Atendem necessidade dos cidadãos- saúde, segurança, educação, moradia, etc.                          
CONCEITOS BÁSICOS
O QUE EU SEI?
PODER
Capacidade de controlar e decidir,
FORÇA
Possui autoridade, influência.
GESTÃO
Administração de uma empresa, ou gerenciamento de processo
AUTONOMIA
Independente
CIDADANIA
Participação do individuo na sociedade
PROCESSOS COLETIVOS E PARTICIPATIVOS
Gestão democrática