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quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

#REPOST 1 SEMESTRE


#REPOST MEMÓRIAS DO 1 SEMESTRE

Estou compreendendo quanto é nostálgico voltar e refletir sobre nossa trajetória desde os primeiros semestres, buscando postagens do ano de 2015 encontrei nosso registro do primeiro encontro da turma e logo surgiu muitas lembranças e impossível não se emocionar, entre dificuldades, alegrias e realizações acredito que a dedicação e amor faz as pessoas serem capazes de superar os seus limites.
Sendo deste modo através do blog/portfólio reviver e refletir a respeito de diversas dificuldade encontras em meio a tantas expectativas. E nos permitir aprender e errar, fazendo parte desta caminhada muitas inquietações e questionamentos buscando alternativas e oportunizando um leque de possibilidades e conhecimentos.




https://blogclaudiabmoraisb.blogspot.com/search?q=2015


terça-feira, 4 de dezembro de 2018

#REPOST CORPOREIDADE E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL


#REPOST CORPOREIDADE E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL



Reavaliando ainda postagens do segundo semestre, do dia 02/06/2015, referente ao vídeo CORPOREIDADE E INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL, entendo que assim como na postagem posterior poderia ter utilizados exemplos do cotidiano pensando que no texto abordei questões como emoções afetivas e logo penso como não consegui relacionar tantas vivências aspectos cognitivos e afetuoso.
Foi possível perceber a importância das citações dentro da síntese, ela traz consistência e embasamento para o texto, abordando maiores conhecimentos e elementos bem como a referência teórica.
Hoje parece tão obvio, mas entendo que é um processo de construção, sendo assim estamos aqui no último semestre refletindo sobre o que aprendemos e quanto percebemos nossa evolução ao longo do curso.



segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

#REPOST #ID#EGO#SUPEREGO

#REPOST #ID  EGO SUPEREGO



          Voltando em nossa percepções e seguindo no mês de setembro de 2015, a propósito da teoria do aparelho psíquico introduz os conceitos do ID, EGO, Super Ego ligado aos três sistemas de personalidade, faltou muitas considerações conforme venho observando nestes ‘repost’ da interdisciplinar Seminário Integrador, ao mesmo tempo que é gratificante chegar até aqui e conseguir perceber nossa evolução é extremamente cansativo, visto que se faz necessário ir até o blog encontrar uma postagem identificando possibilidade de melhorias, consultar no moodle interdisciplinar porque não utilizei marcadores em todas as postagens, buscar citações adequadas e referencias bibliográficas.
Pensando na psicologia apresento considerações ao final da interdisciplina que poderiam estar inclusas nesta postagem:
O brinquedo entre pares possui maior variedade de estratégias de improviso, envolve mais negociações e é mais criativo (Sawyer, 1997). Assim, ao brincar com seus companheiros, a criança aprende sobre a cultura em que vive, ao mesmo tempo em que traz novidades para a brincadeira e resinificam esses elementos culturais. Aprende, também, a negociar e a compartilhar objetos e significados com as outras crianças. O brincar também permite que a criança tome certa distância daquilo que a faz sofrer, possibilitando-lhe explorar, reviver e elaborar situações que muitas vezes são difíceis de enfrentar. Autores clássicos da psicanálise, como Freud (1908) e Melanie Klein (1932, 1955), ressaltam a importância do brincar como um meio de expressão da criança, contexto no qual ela elabora seus conflitos e demonstra seus sentimentos, ansiedades desejos e fantasias. Em suas investigações Freud descobriu desejos reprimidos da mente, que havia sido excluído do consciente. Apresentando novas teorias, técnicas e experiências na psicanálise, as quais muitas foram vistas como moralista na época.
As doenças mentais tinham pouco estudo na medicina do século XIX, a situação era contrária aos dias de hoje onde o conhecimento da psicanálise auxilia o educador a perceber diversas formas de comportamento e estabelecer uma relação de respeito e afetividade com os alunos.
Charcot realizava experiências incomuns como a hipnose que trouxeram revoluções para os pensamentos de Freud levando-o para a exploração da psique como o inconsciente e sexualidade.
Nos dias atuais podemos ligar a sexualidade nos primeiros anos de vida do ser humano, levando as fases de desenvolvimento sexual: Fase oral, Fase Anal, Fase Fálica e Latência. Dentre estas, destaca-se o complexo de Édipo que ocorre entre 3 a 5 anos na fase fálica.
Dr. Joseph Breuer é conhecido na história da psicanálise como Anna O, que era uma paciente com histeria grave, usando o tratamento pela palavra tornando a base para idéias revolucionarias de Freud. Levando o mesmo a realizar sua autoanálise interpretando o próprio inconsciente, compreendendo sentimentos reprimidos que gera ansiedade, ódio e fere a autoestima desde a fase de criança.
Segundo Freud o inconsciente refere-se a um agrupamento de desejos, sentimentos ou conjunto de idéias que ' foram' reprimidos, ou podem simplesmente ser inconsciente. Outro princípio do inconsciente é o começo do prazer, fornecendo satisfação. A pulsão é uma força constante, de origem somática, é à ação capaz de satisfazer a necessidade de ação específica. Ego estabelece o equilíbrio buscando funções de percepção, memória, sentimento e pensamentos. Super Ego, leva as atitudes e padrões da sociedade e do meio cultural e moral, levando a tomada de ações correta.



Referencial:


JENKS, Chris. Constituindo a criança. Revista Educação, Sociedade e Culturas, n. 17, 2002.
Legal, José Eduardo. Caderno de Estudos – Modulo Específico – Psicopedagogia: Psicologia do desenvolvimento e aprendizagem. Indaial: Grupo Uniasselvi, 2009.
NUTTI, Juliana Zantut. Distúrbios, transtornos, dificuldades e problemas de aprendizagem: algumas definições e teorias explicativas. Psicopedagogia On-Line, 2002. Disponível em: . Acesso em: 15 de setembro 2015.

OLIVEIRA, Marta Kohl de. Vygotsky: aprendizado e desenvolvimento, um processo sócio-histórico. São Paulo: Scipione, 1997.

#REPOST #Infâncias e pós-modernidade



Reavaliando postagens: Infâncias e pós-modernidade


Considerando que algumas postagens estão mais completas com fundamentação teórica, abordagens práticas. De tal modo consentindo perceber os escritos, artigos e apontamentos que estiveram empregados. 


Acredito que a postagem do dia dezesseis de outubro de 2015, a respeito de Infâncias e pós-modernidade está bem completa nas reflexões contendo endereço de blog de um projeto realizado, um link para um vídeo sobre o consumismo e uma foto de registro do projeto Conscientização da reciclagem e posse responsável realizado no estágio na prefeitura de Esteio. 


Para Bauman o problema do que fazer com o lixo é um dos principais desafios de nossa sociedade, junto com outro, que “[...] é a ameaça de ser jogado no lixo”. (p. 17) 

O texto traz a citação de alguns autores como Bauman, Jean Baudrillard e Ford, deixando a reflexão ao mesmo tempo válida e sólida. Fazendo esta ligação com o tema que abordei no meu trabalho de conclusão do curso de gestão ambiental, acompanhando uma associação de reciclagem desenvolvendo atividades sócio-ambientais a sociedade para Bauman, desenvolve-se em torno do consumo, sendo estimulada para serem consumidoras de bens cada vez mais descartáveis, gerando maior quantidade de lixo no qual é um problema nos dias de hoje.   

Jameson (2004) usa o termo “pós-modernismo” e o compreende como conexão cultural de um mundo capitalista lento, que as alterações ocorridas no fim do século XX comprometeram a cultura. Destacando o capitalismo tardio, usando termo para dar imaginação do prosseguimento do consumo como sociedade do espetáculo.

 A mídia domina o cotidiano através de sua divulgação e propagandas em volta de produtos e marcas desconhecidas transformando estes em objeto de desejo mundial. Realizando marketing e publicidade em volta de um produto, estimulando cada dia mais o consumo, assim como para Jameson essa liquidez resulta em uma cultura sem profundidade na qual se termina com a diferença entre alta-cultura e cultura de massa, iguala-se em valor.


https://blogclaudiabmoraisb.blogspot.com/2015/10/


Referencia:

QVORTRUP, Jens. Nove teses sobre a infância como um fenômeno social. Pro-Posições, Campinas, v. 22, n. 1 (64), p. 199-211, jan./abr. 2011


Zygmunt Bauman e a Pós-Modernidade https://www.youtube.com/watch?v=58MMs5j3TjA

segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

#Repost Modelos pedagógicos e epistemológicos no currículo escolar

Modelos pedagógicos e epistemológicos no currículo escolar:
Texto relacionado com o conteúdo do vídeo e prática em sala de aula com enfoque globalizado.


Percebo um amadurecimento das minhas concepções, um olhar mais crítico e consequentemente uma cobrança maior em relação a minha escrita, ás síntese e reflexões, juntamente com meu cotidiano seja no atendimento de monitores, alunos ou famílias. 
Na postagem do dia 15/06/2015, onde realizei a síntese do texto Modelos pedagógicos e epistemológicos no currículo escolar: Texto relacionado com o conteúdo do vídeo e prática em sala de aula com enfoque globalizado, entendo que poderia ter aproveitado exemplos do cotidiano, deixando o texto mais leve.
Logo também visualizei a falta de formatação ao longo do texto, e a ausência de citações e outros autores, tendo em vista que enriqueceria a sinopse trazendo mais subsídios como informações e contribuições sobre o assunto abordado. É notório que ao final da postagem não há referência bibliográfica como elemento pós-textual, possibilitando ter conhecimento do que foi consultado. Assim permitindo identificar os textos, artigos e documentos que foram utilizados.


https://blogclaudiabmoraisb.blogspot.com/2015/06/




sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

#REPOST #INFÂNCIA


INFÂNCIA

          Analisando o texto sobre Infâncias, fiquei surpresa pois com tantas vivencias, experiência e formação na área a postagem saiu bem pobrezinha. Entendo que poderia ter dado muito mais em diversos aspectos como: citar autores de minha referência como Baumann, experiência de gerações nas sociedades contemporâneas, modernas e pós-modernas marcada por mudanças e transformações essenciais na infância, abordar o excesso de informação, as formas emergentes de comunicação e interação interpessoal, a interpelação pelas mídias, as novas versões de entretenimento, entre tantas outras experiências deste admirável mundo novo, estão mudando a maneira de ser das crianças e jovens.
             A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-lhes (...) acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência (ECA, 1990, Art. 53).
Reinventando-se nas práticas pedagógicas que precisam estar conectadas entre o processo de alfabetização e o mundo real. Construindo uma concepção de ensinar a ler e escrever inserido no contexto amplo, conectando a aprendizagem ao mundo real torna muito mais significativa o processo de aprendizagem. Usando a associação de gravuras para a consolidação da significação dos símbolos e códigos utilizados para a construção da linguagem permitem ao aluno interagir com a aprendizagem possibilitando a formação da escrita. Atividades que envolvam o movimento, gestos, desenhos, pinturas, o brincar de faz-de-conta, decodificar, desafios, a contação de histórias, elencar listas, discutir ideias e impressões, trabalhar com receitas, interagir com livros, jornais, gibis, poesias, músicas enfim, são formas de interação com diferentes tipos de linguagem que estão presentes no dia a dia de todos nós e antecedem a linguagem escrita.
Para o teórico, o ser humano só adquire as características humanas quando convive em sociedade a partir dos estímulos empregados a ele Oliveira (1997, p. 57) nos explica que aprendizagem, para Vygotsky:
É o processo pelo qual o indivíduo adquire informações, habilidades, atitudes, valores, etc., a partir de seu contato com a realidade, com o meio ambiente, com outras pessoas. É um processo de que se diferencia dos fatores inatos e dos processo de maturação do organismo, independentes da informação do ambiente. Em Vygotsky, justamente por sua ênfase nos processos sócio-históricos, a idéia de aprendizado inclui a interdependência dos indivíduos envolvidos no processo.
Saber se utilizar desses recursos pode facilitar o aluno a superar as dificuldades que muitas vezes apresentam na sala de aula, pois torna claro para o aluno a importância e a relação da escrita em nossa sociedade e por consequência a necessidade de sua apropriação.

https://blogclaudiabmoraisb.blogspot.com/2015/09/


Referencia:

BEHENCK, CLAUDIA BORGES MORAIS , RECURSOS DA ESCOLA PÚBLICA FRENTE A DIFICULDADE DE APRENDIZAEM DOS ALUNOS, 2015.


domingo, 5 de julho de 2015


         A arte de viver das novas gerações Capítulo: Projeto Participação P. 172/ 

         Filme: Todos somos diferentesArquivo


               A escola que acompanho o processo de aprendizagem promove espaço para elaboração de regras de convivência, explicando direitos e deveres, em conjunto com os pais ou responsáveis, professores, funcionários, alunos e demais membros da comunidade escolar, como forma de exercício da democracia participativa, diálogo, justiça e igualdade, valores, ética, cidadania e responsabilidade.
          Entendemos que as atitudes dos educadores em sala de aula são decisivas para a conquista da convivência harmoniosa dos alunos e para o fluxo tranquilo das atividades desenvolvidas durante as aulas.  A conscientização de que as regras deverão ser cumpridas para haver um âmbito educacional feliz e ético, devem ser trabalhadas interdisciplinarmente ao longo do ano letivo para incentivar os alunos a valorizarem regras e leis como elementos necessários à convivência social, levando a turma a adquirir consciência dos imperativos éticos e a cumpri-los prazerosamente, tornando o aluno um ser participante e atuante nas regras de convivência.
            A escola desenvolve projetos que proporcione a discussão a respeito da importância de algumas regras existentes na sala de aula e na escola, para que sejam do conhecimento de todos, construindo a consciência crítica coletiva de que as regras só têm valor real se forem aplicáveis a todos, em benefício do próprio grupo, enfatizar as consequências do desrespeito a certas regras. Buscando conscientizar os alunos da importância do cumprimento das regras para um convívio proveitoso e saudável.
            A família neste contexto é peça fundamental na formação da educação dos seus filhos, cabendo a ela agregar os valores éticos e morais consolidados na nossa sociedade, bem como corrigir o comportamento inadequado dos filhos. No ato da matricula, os responsáveis pelo aluno assim um termo que contém as Normas de Convivência Escolar, abaixo, comprometendo-se em firmar esta parceria com a escola na busca de um ambiente equilibrado e que proporcione a aprendizagem de todos livre de descriminações ou ações indevidas.
            Em caso de indisciplina, agressões verbais ou físicas, que não estejam adequadas ao ambiente escolar, o aluno será advertido de forma escrita por até no máximo três vezes e os responsáveis serão comunicados e em casos graves a advertência pode ser convertida em suspensão, convite de transferência do aluno ou afastamento cautelar do convívio escolar, conforme parecer do Conselho Estadual de Educação (CEEd) número º 282/2015, Processo CEEd nº 50/27.00/13.0.  Mesmo não concordando tenho que aceitar pois consta nas regras de convivência do PPP da escola, entretanto eu acredito que este tipo de aluno tem de ser resgatado e ter um acompanhamento de profissionais para auxilia-lo, pois, estes desvios de comportamentos expressam um pedido de ‘socorro’ ao meu entendimento. Conforme abordagem do filme alguns alunos têm dificuldades de aprendizagem, dentro do contexto o personagem principal apresentou dislexia e falta de atenção, concentração e habilidades para realizar algumas tarefas. Distúrbios visto como indisciplina pela professora e família, trazendo humilhação, sofrimento e isolamento da família quando o mandam para o colégio interno. Então com o auxílio de um professor que percebeu suas dificuldades, adaptou outras formas para o desenvolvimento do aluno.
Os problemas, conflitos familiares, transtornos e distúrbios que apresentam maior impacto no processo de aprendizagem escolar que passam despercebidos pela família, amigos e professores. Podemos perceber em algumas características:

• Compartilhamento – envolve cooperação nos níveis cognitivo e afetivo;
• Individualização – considera o ser como único no processo de aprendizagem;
• Automodificação – acredita na capacidade de realização do que é proposto;
• Significado – envolve respeito ao valor, aos objetivos;
• Competência – relacionado a auto-estima e autoconfiança;
• Reciprocidade – implica em troca, cooperação e envolvimento;
• Planejamento – traçar metas educacionais e analisar os meios de alcança-las.
Podemos resumir as perspectivas com característica:
Organicista- Essa concepção das dificuldades de aprendizagem, enquanto DCM, surgiu na França, no final do século XIX e foi classificada pelos historiadores da área como Organicista, pois levantava hipóteses sobre doenças neurológicas e orgânicas dos alunos que não aprendiam. Sendo assim, os médicos se ocuparam em interpretar as dificuldades de aprendizagem que ocorriam na escola.

Psicologia Cognitiva- Em um segundo momento da história da educação brasileira, na década de 80, as dificuldades de aprendizagem foram o foco de estudo da Psicologia Cognitiva. Segundo Sena (1999), supunha-se que as causas das dificuldades de aprendizagem estavam relacionadas a disfunções psicológicas, envolvendo um ou os quatro processos psicológicos fundamentais, que são: a percepção, a memória, a linguagem e o pensamento. Assim, a investigação das causas para as dificuldades de aprendizagem se pautava no método comparativo, ou seja, os psicólogos comparavam um grupo de crianças que aprendiam normalmente a um grupo de crianças que apresentava algum tipo de atraso no processo de aprendizagem.

Afetiva- A perspectiva Afetiva explicava o fracasso escolar como consequência de algum conflito emocional (consciente ou não) de origem familiar. Logo, a responsabilidade pelas dificuldades de aprendizagem da criança centrava-se nela mesma e em sua família.

Questionamento da Escola- A abordagem “Questionamento da Escola” priorizava investigações de fatores escolares como geradores das dificuldades de aprendizagem. Entre esses fatores, destacavam: “a inadequação dos métodos pedagógicos, as dificuldades na relação professor-aluno, a precária formação do professor, a falta de infra-estrutura das escolas da rede pública de ensino” (Castanheira e Santiago, 2008, p. 5).
Nessa abordagem, acreditava-se que a causa da não aprendizagem (ou dificuldades de aprendizagem) estava centrada exclusivamente na escola que não ensina.

Desvantagem Sociocultural- Nessa abordagem as dificuldades de aprendizagem e o fracasso escolar são gerados pelo meio sócio-familiar. Segundo Castanheira e Santiago (2008, p.6) “um argumento central na articulação dessa abordagem é que as crianças das camadas populares, cuja distribuição de riqueza, numa sociedade capitalista, é desigual, apresentam uma linguagem deficitária o que, em consequência, implicaria déficit cognitivo”.

Referências

https://moodle.ufrgs.br/pluginfile.php/1252181/mod_resource/content/1/viver-novas-geracoes-digitalc3aa-completo-1.pdf
Filme, Somos todos diferentes
Projeto Político Pedagógico 2015, E.E.F Tome de Souza

Psicologia do desenvolvimento de aprendizagem –Uniasselvi 2011

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

#REPOST Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I


Desenvolvimento e Aprendizagem




Procurando postagens dos primeiros semestres, encontrei a postagem mês de agosto de 2015, nesta refere-se a disciplina Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I, qual me identifico além disso instiga com intensidade a buscar novos conhecimentos sobre o assunto como a pós de psicopedagogia. Porém com um olhar sobre o conteúdo escrito, penso que faltou muitas informações como um título, citações de autores, colocações de vivencias e experiências vinculando ao texto reflexivo á referências bibliográficas.
De modo que esta ação do conhecer, de como conhecemos, como se validam nossas coordenações cognitivas, não é de modo algum trivial. Ela pertence à vida cotidiana. Estamos imersos nisto momento a momento. Por isso somos nós, observadores, o ponto central e o ponto de partida da reflexão. (MATURANA, 2001, p. 27). 

 Contudo precisamos ponderar uma vez que a nossa rotina nos consome e nem sempre temos tempo para nos dedicar com afinco as aprendizagens propostas no decorrer do curso, porquanto dentro algumas colocações de melhorias que trago nas reflexões deste último semestre não eram novidades no início do curso. Visto que as reflexões devemos embasar em citações, teorias e autores e constar nas referências bibliográficas. O que nem sempre aconteceu, sendo possível reavaliar este semestre.



Desenvolvimento e Aprendizagem sob o enfoque da Psicologia I

   

terça-feira, 31 de março de 2015

Pedagogia/EAD - UFRGS






Tentarei atualiza-lo semanalmente, com as minhas expectativas, frustrações, dificuldades, realizações, alegrias, estratégias e diversidades que encontrarei ao longo deste curso Pedagogia/EAD.


Primeiro registro da turma.


Nov/2014
Inicialmente  fiquei apavorada quando me deparei na plataforma PBworks, pois estava tudo em inglês em um ambiente totalmente novo. Logo corri e me inscrevi no My English Online é um curso de inglês totalmente auto instrucional, oferecido pela CAPES...risos!!
Então me atrevi a mexer na tal plataforma, após uma breve explicação da colega de curso e do polo UAB-Sapucaia do Sul Aline Capriolle, fiz minha apresentação, clica aqui, clica ali sei lá onde fui parar e não encontrei mais minha página. Bem, então nesta busca, cliquei no botão de Edit na página inicial apaguei tudo, e bem feliz coloquei minha apresentação. Em seguida recebi um mail do PBworks para não editar a página e que o nome dos alunos estava na barra direita lateral, meu Deus que vergonha!!!Mas depois ao entrar na plataforma me deparei com várias apresentações como eu tinha feito, não pude conter o riso e então percebi que a dificuldade não foi só minha!!

Dez/2014
Com o auxilio das tutoras criei meu retrato da escola e postei algumas fotos, tentei colocar o vídeo direto na página mas não abriu!
Aula no Labin 


Março/2015

Na primeira aula consegui compreender que teria que colocar o vídeo no you tube para depois anexar o link na página. E que teria que montar um vídeo com minhas fotos e reflexão do meu olhar na escola!

Na segunda aula ,fiz a migração do sipeadB para o sipeadA, mas nem tudo estava dando certo, ao tentar colocar o link do retrato da escola no sipeadA não conseguia salvar!
No outro dia tentei fazer do meu computador e deu certo, deve ter sido o programa!!

Aproveitei o trabalho voluntário na E.E.E Tomé de Souza, para registrar novas fotos e um vídeo de resolução mais baixa! Como faz muito tempo que não realizo apresentações em power point, solicitei uma ajudinha da minha irmã Carla após passar horas na tentativa de modificar as animações dos slides e suas transições!! Aproveitei que ela entende mais de tecnologias que eu, assim me auxiliou com o vídeo you tube.
Estou na minha segunda graduação, o curso está no início, mas confesso que já estou apaixonada por esse mundo on-line! 

Dia 31/03/15- Ontem faltei a aula pois precisei estar presente no polo uab Sapucaia do Sul. Mas hoje a colega Aline já me atualizou  e sigo aprendendo, já criei o Blog.

Eu e a colega Aline no Labin !

segunda-feira, 21 de março de 2016

Postagem Qualificada- Seminário Integrador III


Considerei uma postagem qualificada minha publicação dia 15 de novembro de 2015, referente a recursos da escola pública frente a dificuldade de aprendizagem dos alunos.


Realizei o artigo após o conhecimento teórico e prático, as avaliações teóricas por meio de provas mensais e o prático através do estágio, embasado em diversos autores, onde tive a oportunidade de acompanhar o trabalho desenvolvido pela professora titular e aprender muito com as diversidades. Descrevendo neste a relevância da pesquisa, os benefícios das atividades e a frustração com a falta de recursos e profissional preparado.

No linck segue relatório final com minhas considerações, que englobam todas as disciplinas:
http://pt.calameo.com/read/0045773887abfa995250f






terça-feira, 15 de setembro de 2015

Especialista defende games na educação: "Feijão com arroz não vai solucionar problemas"

A tecnologia na educação pode ser uma alternativa para motivar e instigar os estudantes para os assuntos abordados em sala de aula. Os games na educação despertam a curiosidade, aumentando o envolvimento e reforçando a aprendizagem conforme a reportagem do jornal Zero Hora do dia 14/9/15 com o Drº em educação Rafael Parente.
Concordo com especialista, pois as aulas tradicionais que são realizadas na maioria das escolas e universidades hoje em dia, não estão resolvendo as dificuldades encontradas na área. Conforme com a reportagem e minha observação quando crianças estão jogando videogame, nem se quer piscam, tamanha é a concentração. Já em aulas tradicionais os pensamentos voam para longe ou as conversas paralelas os distraem.
A lógica competitiva e provocativa dos games poderá ajudar os professores a melhorar comportamentos dos alunos através dos jogos, estimulando o aumento da percepção, responsabilidade e memória com ações simples como jogos social, não necessariamente digital, que podem combinar tarefas, laços de cooperação e recompensas.

Este novo conceito de aprendizagem estimula as crianças, alunos, professores e profissionais de diversas áreas. "A educação precisa passar por adequações e modernizações", diz Rafael Parente. É preciso repensar as necessidades das escolas, os métodos e formas de ensino-aprendizagem, pois o ensino de má qualidade revela uma defasagem na educação.